Procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi retirou o sigilo de uma acusação formal apresentada por um grande júri federal
Distrito Sul de Nova York que imputa a Nicolás Maduro, capturado após ofensiva dos EUA em solo venezuelano realizada neste sábado (3/1), crimes de narcoterrorismo, conspiração para tráfico internacional de cocaína e uso de armas de guerra.
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1/6/20261 min read
Procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi retirou o sigilo de uma acusação formal apresentada por um grande júri federal no Distrito Sul de Nova York que imputa a Nicolás Maduro, capturado após ofensiva dos EUA em solo venezuelano realizada neste sábado (3/1), crimes de narcoterrorismo, conspiração para tráfico internacional de cocaína e uso de armas de guerra.
O documento sustenta que, desde pelo menos 1999, Maduro teria liderado uma conspiração contínua que utilizou instituições do Estado venezuelano para facilitar o envio de centenas de toneladas de cocaína aos Estados Unidos, em parceria com organizações classificadas como terroristas pelo governo norte-americano, como a FARC, o ELN, o Cartel de Sinaloa, o Cartel del Noreste (Zetas) e o Tren de Aragua.
Segundo a denúncia, Maduro “sentou-se no topo de um governo corrupto e ilegítimo que, por décadas, protegeu e promoveu atividades ilegais, incluindo o tráfico de drogas”.
O texto cita que o esquema teria operado durante diferentes fases da carreira política de Maduro, incluindo quando ele foi deputado, chanceler, vice-presidente e chefe do Executivo. A acusação aponta que ele teria autorizado o uso de infraestrutura estatal, como aeroportos, forças de segurança e canais diplomáticos, para dar cobertura ao tráfico.
Entre os trechos destacados, a denúncia afirma que Maduro, quando ministro das Relações Exteriores, “vendeu passaportes diplomáticos venezuelanos a traficantes de drogas” e “facilitou voos sob cobertura diplomática para repatriar recursos do narcotráfico”.
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Olivier Douliery/AFP
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